Um estudo da Microsoft, intitulado “Working with AI: Measuring the Occupational Implications of Generative AI”, identificou 40 profissões que tendem a ser mais afetadas pelos modelos de linguagem generativa. A pesquisa analisou conversas anônimas de usuários com o Copilot — assistente de IA integrado a ferramentas como Word, Excel e Outlook — para mapear as atividades profissionais que podem ter parte de suas tarefas automatizadas.
Segundo os pesquisadores, ocupações ligadas à produção de conteúdo, comunicação, cálculos, computação ou processos repetitivos estão no topo da lista de vulnerabilidade. Já funções que exigem trabalho físico ou habilidades manuais aparecem com menor grau de impacto.
De acordo com o relatório, os cargos mais suscetíveis à automação por IA são:
No extremo oposto, cargos que dependem de esforço físico ou operação de máquinas — como operadores de draga, fundidores, telhadistas e auxiliares de enfermagem — foram classificados como menos impactados, pois exigem habilidades complexas de locomoção, coordenação motora e interação direta com o ambiente.
Imagem: olhardigital.com.br
O relatório destaca que a inteligência artificial deve ser encarada como ferramenta de apoio, capaz de aumentar a produtividade, em vez de substituir totalmente a mão de obra humana. Para a Microsoft, a adoção de IA generativa pode redesenhar tarefas, mas ainda não elimina a necessidade de supervisão e julgamento profissional.
Com informações de Olhar Digital
Aproveite para compartilhar clicando no botão acima!
Esta página foi gerada pelo plugin
Visite nosso site e veja todos os outros artigos disponíveis!