O Relatório Focus divulgado pelo Banco Central (BC) nesta segunda-feira (16/3) apontou aumento na expectativa de inflação para 2026, que passou de 4,0% para 4,1%, permanecendo abaixo do teto da meta definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN).
Para o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de 2024, os analistas consultados continuam prevendo encerramento em 4,1%. Já para 2025, a projeção segue em 4,26%, enquanto para 2027 o mercado manteve a estimativa em 3,80%.
A meta oficial de inflação para 2024 é de 3%, com margem de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Dessa forma, o IPCA estará dentro do intervalo se ficar entre 1,5% e 4,5%.
A estimativa de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) em 2026 foi revisada de 1,82% para 1,83%. Para 2027, a previsão segue em 1,80%, e para 2028 permanece em 2,0%. O IBGE confirmou alta de 2,3% no PIB de 2025.
O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) projeta expansão econômica de 1,6% em 2026, patamar também previsto pelo BC, enquanto o governo federal trabalha com 2,3%.
A taxa básica de juros projetada para 2027 foi mantida em 10,50% ao ano; para 2028, a estimativa segue em 10%. Na última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), ao fim de janeiro, a Selic permaneceu em 15%. O colegiado volta a se reunir em 17 e 18 de março.
A expectativa para o dólar em 2026 recuou de R$ 5,41 para R$ 5,40. Para 2027, caiu de R$ 5,50 para R$ 5,47. A projeção para 2028 ficou estável em R$ 5,50.
O boletim reúne as previsões de mais de cem instituições financeiras colhidas até a sexta-feira anterior à sua divulgação e costuma ser publicado às segundas-feiras.
Com informações de Metrópoles
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