Boletim indica melhora de Bolsonaro, mas permanência na UTI continua sem prazo para terminar

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) apresentou boa evolução clínica nas últimas 24 horas, segundo boletim médico divulgado no fim da manhã desta quinta-feira (19/03/2026), em Brasília. Apesar do avanço, ele permanece internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do hospital DF Star, sem previsão de alta.

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De acordo com o comunicado, Bolsonaro segue em tratamento com antibioticoterapia endovenosa, suporte clínico intensivo e sessões de fisioterapia respiratória e motora. A equipe reforçou que o ex-presidente está internado desde a semana passada para tratar uma pneumonia bacteriana bilateral decorrente de broncoaspiração, contraída enquanto estava detido no 19º Batalhão da Polícia Militar, a Papudinha, onde cumpre prisão preventiva desde janeiro.

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Na quarta-feira (18), o cardiologista Brasil Caiado, que integra o grupo de médicos responsável pelo atendimento, havia dito que uma transferência para quarto poderia ocorrer até o fim da semana. Contudo, o boletim mais recente ressalta a necessidade de cautela até a conclusão do ciclo de antibióticos.

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Caiado explicou que a fase atual é considerada decisiva para a recuperação pulmonar: “A infecção tende a regredir primeiro, mas os sinais inflamatórios no tecido pulmonar melhoram de forma mais lenta e progressiva. Por isso, a fisioterapia precisa ser plena, intensa e regular, e ele tem sido muito disciplinado”.

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O médico também declarou apoio ao pedido da defesa de Bolsonaro para que ele cumpra prisão domiciliar, argumentando que um ambiente familiar facilitaria a reabilitação. O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou recentemente a mudança de regime, baseando-se em laudo da Polícia Federal que considerou o político apto a permanecer no batalhão.

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Assinaturas do boletim

O informe desta quinta-feira foi assinado pelos médicos Claudio Birolini (cirurgião geral), Leandro Echenique (cardiologista), Brasil Caiado (cardiologista), Antônio Aurélio de Paiva Fagundes Jr. (coordenador da UTI Geral) e Allisson B. Barcelos Borges (diretor geral).

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Não há, até o momento, nova estimativa para que Bolsonaro deixe a UTI.

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Com informações de Gazeta do Povo

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