O presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab, declarou na noite de sexta-feira, 6 de março de 2026, que o partido lançará um nome para disputar o Planalto “com 100% de certeza”, a menos que “caia um helicóptero com os três” pré-candidatos da legenda. “Como não vai cair, a chance é zero”, afirmou.
A declaração foi feita durante evento no Clube Monte Líbano, na capital paulista, que reuniu os governadores Eduardo Leite (RS), Ronaldo Caiado (GO) e Ratinho Júnior (PR) – todos cotados para representar o partido na eleição presidencial. O encontro discutiu propostas para áreas como segurança pública e privatizações e contou com parlamentares, secretários estaduais e municipais, além de outras lideranças do PSD.
Kassab informou que a escolha do candidato pode ocorrer “antes de 15 de abril”. Pela legislação eleitoral, quem pretende concorrer precisa deixar o cargo executivo até 4 de abril. “Pode ser amanhã, semana que vem ou daqui a 15 dias. Teremos muita harmonia; os três participarão da decisão e apoiarão o escolhido, junto com a grande maioria do partido”, disse.
Sobre o posto de vice na chapa, Kassab considerou “cedo” para definições e disse que aguardará a consolidação do cenário político.
Os três governadores participam, na próxima segunda-feira, 9 de março, de reunião na Associação Comercial de São Paulo. Caiado adiantou que sua filiação formal ao PSD ocorrerá em 14 de março, em Jaraguá (GO), num grande ato partidário.
O vice-governador de São Paulo, Felício Ramuth (PSD), não compareceu ao evento. Ele esteve no Palácio dos Bandeirantes para uma reunião sobre o programa Caravana 3D. Ramuth e Kassab, que se disse aberto a assumir a vaga de vice na chapa de reeleição do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos), devem conversar nas próximas semanas.
Mais cedo, Eduardo Leite oficializou em redes sociais sua condição de pré-candidato à Presidência pelo PSD. No “manifesto ao Brasil”, o gaúcho afirmou que o país enfrenta “um problema de direção” e defendeu uma alternativa à polarização política. “É com esta convicção, com fé e independência, que coloco meu nome à disposição do país”, escreveu.
Leite ressaltou que, em 2022, não se alinhou nem ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nem ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e avaliou ter “diferencial” para liderar um projeto de “despolarização”.
Com informações de G1
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