Jurista considera “inédito” avanço de impeachment de Moraes; oposição afirma ter 41 senadores a favor

A pressão pelo afastamento do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes ganhou novo impulso nesta quarta-feira, 6 de agosto. Durante o programa Última Análise, o jurista André Marsiglia definiu a situação como um “fato histórico nunca visto”, ao comentar o andamento do pedido de impeachment no Senado.

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Segundo o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG), a oposição já contabiliza o apoio de 41 senadores, número mínimo exigido para a instauração do processo. Caberá ao presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União-AP), decidir pela abertura e pela criação de uma comissão de análise.

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Pressão externa

O escritor Francisco Escorsim avaliou que, mesmo com maioria numérica, o processo só deve avançar com pressão adicional sobre Alcolumbre. Ele citou a possibilidade de sanções baseadas na Lei Magnitsky contra autoridades brasileiras como fator de aceleração.

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Para o jornalista Rafael Fontana, políticos locais não estão preparados para enfrentar eventuais retaliações dos Estados Unidos, caso o tema ganhe repercussão internacional.

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Obstrução no Congresso

Paralelamente, deputados da oposição mantiveram a estratégia de obstruir votações pelo segundo dia consecutivo, reação à prisão domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Na avaliação de Escorsim, o ambiente político se assemelha a uma “pré-guerra civil”, tornando a saída de Moraes do STF, em sua visão, a solução mais rápida para reduzir tensões.

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Contencioso comercial com os EUA

No mesmo dia, o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva informou ter acionado a Organização Mundial do Comércio (OMC) contra a tarifa de 50% imposta pelos Estados Unidos às exportações brasileiras. Lula declarou que pretende discutir uma resposta conjunta com os demais integrantes do BRICS.

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Escorsim comparou o posicionamento do Planalto a “briga de escola”, sugerindo que Lula evitaria um confronto direto com o presidente Donald Trump. Já Fontana demonstrou ceticismo quanto a um apoio efetivo dos parceiros do bloco, especialmente da China, que, segundo ele, busca preservar relações comerciais com Washington e Brasília.

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Os próximos passos dependem da decisão de Alcolumbre sobre o pedido de impeachment e do desfecho da disputa tarifária na OMC, enquanto a oposição mantém a mobilização no Congresso.

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Com informações de Gazeta do Povo

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