Investigações relacionam Banco Master a gestões petistas na Bahia e impulsionam pedido de CPI

Investigação conduzida pela Polícia Federal e por comissões do Congresso aponta que o Banco Master teria se beneficiado de decisões adotadas por governos do PT na Bahia, especialmente durante a gestão de Rui Costa (2015-2022). A oposição usa o caso para pressionar por uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) em ano pré-eleitoral.

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Cartão CredCesta dá origem ao suposto favorecimento

O centro da apuração é o CredCesta, criado em 2007 como cartão para compras em supermercados estatais por servidores baianos. Sob Rui Costa, o benefício foi privatizado e convertido em cartão de crédito consignado operado em parceria com o Banco Master. Decretos estaduais limitaram a troca de instituição financeira pelos servidores, medida vista por investigadores como possível vantagem indevida ao banco.

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Empresa ligada a nora de Jaques Wagner sob suspeita

Outra frente de investigação mira a BK Financeira, sediada em Salvador, que recebeu R$ 11 milhões do Banco Master para atrair convênios de empréstimo. Uma das sócias é nora do senador Jaques Wagner (PT-BA), líder do governo no Senado. A assessoria do parlamentar nega qualquer intermediação ou favorecimento.

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Expansão do consignado e juros elevados

O CredCesta tornou-se a principal porta de entrada do Banco Master no estado. Além dos juros considerados altos, autoridades verificam se o modelo de desconto em folha foi replicado para débitos associativos irregulares em benefícios do INSS.

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Palácio do Planalto afasta responsabilidade direta

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirma não ter ligação com as irregularidades e sustenta que o Banco Central, durante a gestão anterior, deveria ter identificado problemas na instituição. Segundo Lula, “o ovo da serpente” foi chocado no governo de Jair Bolsonaro, responsável pelas nomeações na autoridade monetária à época.

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Próximos passos no Congresso

Parlamentares da oposição articulam a instalação de uma CPI exclusiva para o caso. A iniciativa depende da decisão dos presidentes da Câmara, Hugo Motta, e do Senado, Davi Alcolumbre. Enquanto isso, a CPMI do INSS já incluiu documentos sobre empresários baianos ligados ao Banco Master. A disputa deve intensificar-se nos meses que antecedem as eleições de 2026.

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Com informações de Gazeta do Povo

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