Desde o início do mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em 2023, o governo federal editou 43 iniciativas destinadas a reforçar o caixa da União, o que representa uma nova medida a cada 27 dias, em média.
Dos 43 atos adotados em pouco mais de três anos, 36 resultaram na criação de tributos ou no aumento de alíquotas já existentes. As demais propostas tinham caráter temporário, perderam validade ou trataram de mudanças administrativas, como ajustes em julgamentos de recursos fiscais.
As normas atingem diferentes segmentos da economia:
Em 2025, a arrecadação federal somou R$ 2,9 trilhões, alta real de 3,65%. Apesar do resultado, especialistas citados na reportagem afirmam que os gastos públicos continuam elevados, mantendo o desequilíbrio nas contas e exigindo novas fontes de receita.
O Produto Interno Bruto (PIB) de 2025 cresceu 2,3%, o menor índice desde o fim da pandemia. Analistas ouvidos pelo veículo avaliam que a ampliação da carga tributária limita investimentos do setor privado e reduz o consumo das famílias.
Para 2026, o governo sinalizou a intenção de elevar impostos sobre serviços de streaming e criar tributos específicos para grandes empresas de tecnologia. A tramitação, contudo, enfrenta resistência no Congresso, especialmente em ano eleitoral.
Com informações de Gazeta do Povo
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