Faltando exatos 100 dias para o início da 30ª Conferência da ONU sobre Mudanças Climáticas, o governo federal reiterou que a COP30 ocorrerá em Belém, de 10 a 21 de novembro, e descartou qualquer possibilidade de transferência de sede.
O Itamaraty informou que até 11 de agosto será encaminhado à Organização das Nações Unidas um relatório com as ações adotadas para assegurar infraestrutura, logística e segurança na capital paraense.
China, Índia e Reino Unido já confirmaram delegações, que somarão cerca de 2 mil representantes. A expectativa oficial é receber aproximadamente 50 mil pessoas durante a conferência.
Para evitar sobrecarga na rede hoteleira e conter preços elevados, União, governo do Pará e prefeitura de Belém anunciaram um conjunto de medidas:
Equipes de fiscalização também apuram práticas abusivas no setor hoteleiro local.
Veículos de imprensa do Sudeste e do exterior apontaram desafios de hospedagem, mobilidade e segurança em Belém. Em carta conjunta, Canadá, Noruega, Suíça e Áustria mencionaram preocupações estruturais. Autoridades brasileiras enxergam, contudo, tentativa de deslocar o foco do debate climático da Europa para a Amazônia.
O embaixador André Corrêa do Lago, presidente da COP30, afirmou que o setor hoteleiro local talvez “não perceba a crise que está provocando”, sinalizando rigor na negociação de preços. Para a professora paraense Marcilene Brandão, a realização do encontro em Belém simboliza protagonismo da região: “Quem torcer contra vai acabar vendo a Amazônia brilhar ainda mais”.
Organizadores destacam que será a primeira vez que uma COP ocorrerá em território amazônico, considerada oportunidade inédita para dar visibilidade aos impactos climáticos na região.
Com informações de Portal Gurupi
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