O ministro Luiz Fux votou, nesta quarta-feira (10), pela condenação do tenente-coronel Mauro Cid e do general Walter Braga Netto por tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, além de defender a absolvição de Jair Bolsonaro e de outros três ex-integrantes do governo em cinco crimes apontados pela Procuradoria-Geral da República (PGR).
A manifestação ocorreu durante julgamento no Supremo Tribunal Federal (STF) sobre a suposta tentativa de golpe de Estado. A sessão, iniciada pela manhã, já ultrapassava dez horas quando Fux concluiu parte de seu voto, ainda faltando analisar cinco réus do chamado “núcleo 1”.
Para o ex-ajudante de ordens de Bolsonaro, o ministro entendeu que:
O ex-ministro da Casa Civil e ex-candidato a vice-presidente foi apontado por Fux como responsável por planejar e financiar o início da execução de atos destinados a matar o ministro Alexandre de Moraes, dentro do chamado “plano Copa 2022”, supostamente articulado com um grupo de militares apelidado de “kids pretos”. Por isso, o ministro votou por sua condenação por tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito.
Braga Netto foi absolvido, no voto de Fux, das acusações de organização criminosa, golpe de Estado, dano qualificado e deterioração de patrimônio tombado.
Imagem: Fellipe Sampaio
Fux propôs absolver integralmente:
O ministro também manteve o entendimento de que Jair Bolsonaro deve ser absolvido em todas as imputações analisadas até o momento. O julgamento prossegue no STF, e Fux ainda precisa votar sobre outros cinco acusados do mesmo núcleo.
Com informações de Gazeta do Povo
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