O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), ministro Edson Fachin, instituiu nesta segunda-feira, 2 de março de 2026, uma comissão para estudar o pagamento de verbas que ficam fora do limite constitucional do serviço público, conhecidas como “penduricalhos”.
O grupo terá 20 integrantes e prazo até o fim de março para elaborar uma nota técnica com propostas de enfrentamento aos chamados supersalários. A criação da comissão ocorre após decisões dos ministros Flávio Dino e Gilmar Mendes que suspenderam, em todo o país, o pagamento de valores superiores ao teto, gerando reação de sindicatos e entidades do Judiciário, Ministério Público e tribunais de contas.
Para reduzir a tensão, Fachin articulou uma negociação envolvendo outros ministros do STF, a cúpula do Congresso Nacional e o Ministério da Fazenda. Ficou acertada a elaboração de uma regra de transição. Paralelamente, decisão de Gilmar Mendes já em vigor determinou que Judiciário e MP regularizem, em até 45 dias, benefícios previstos no orçamento, sob pena de possíveis responsabilizações criminais se houver adiantamentos indevidos.
Fachin definiu dez reuniões para o colegiado, sempre às 10h. Os membros poderão requisitar informações de órgãos públicos, mas não terão poder normativo; caberá apenas recomendar medidas aos Três Poderes.
Poder Judiciário (5 vagas):
Senado Federal (4 vagas):
Câmara dos Deputados (4 vagas):
Poder Executivo (4 vagas):
Também foram convidados a participar dos debates a Procuradoria-Geral da República (PGR), o Tribunal de Contas da União (TCU) e a Defensoria Pública da União (DPU).
Com informações de Gazeta do Povo
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