Europa critica suspensão temporária das sanções dos EUA ao petróleo russo

Governos europeus reprovaram a decisão dos Estados Unidos de suspender, por 30 dias, as sanções impostas a empresas petrolíferas russas. O anúncio, feito pelo governo de Donald Trump na quinta-feira (12/3), autoriza até 11 de abril a comercialização de petróleo proveniente de navios russos que já estejam em alto-mar.

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A medida ocorre em meio à escalada do preço internacional do barril, impulsionada pela guerra no Irã e pelo bloqueio temporário do Estreito de Ormuz, rota responsável por cerca de 20% do tráfego global de petróleo.

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Reações na Europa

O presidente da França, Emmanuel Macron, declarou que “o contexto atual não justifica qualquer alívio de pressão sobre Moscou”.

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Na Alemanha, o chanceler Friedrich Merz classificou a iniciativa como “um erro”: “A Rússia não demonstra disposição para negociar uma saída pacífica para o conflito com a Ucrânia”, afirmou.

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O primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, reiterou que “todos os parceiros devem manter a pressão sobre o cofre de guerra russo”.

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Posição da União Europeia

A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, já havia se manifestado contra a flexibilização um dia antes do anúncio dos EUA: “Seria um erro estratégico”.

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O presidente do Conselho Europeu, António Costa, avaliou que a decisão “compromete a segurança europeia” ao reduzir a pressão econômica sobre Moscou.

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Ucrânia contesta, Rússia comemora

O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, estimou que a suspensão pode render US$ 10 bilhões à Rússia e fortalecer também o Irã, país que, segundo ele, emprega drones russos em operações militares.

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Já o representante russo para Investimento e Cooperação Econômica, Kirill Dmitriev, declarou que Washington “reconheceu o óbvio: o mercado energético global não se mantém estável sem o petróleo russo”. Dmitriev calculou em 100 milhões de barris o volume atualmente em trânsito beneficiado pela decisão.

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Mercado de petróleo

Nesta sexta-feira (13/3), o barril de referência no mercado internacional atingiu US$ 103. Em 27 de fevereiro, véspera do início da guerra no Irã, a cotação era de US$ 72.

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Com informações de Metrópoles

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