O documentário Pátria Educadora, produzido pela Brasil Paralelo, sustenta que a educação pública no país vem sendo usada como ferramenta de controle social desde a década de 1930. A produção, tema de artigo assinado por Felipe Ribeiro na Revista Oeste, afirma que sucessivos governos teriam convertido as salas de aula em espaços de militância política, enfraquecendo o ensino de conteúdo acadêmico.
De acordo com o filme, o processo teve início com o Manifesto dos Pioneiros da Educação Nova, passou pelo regime militar (1964-1985) e ganhou novos contornos nos mandatos do Partido dos Trabalhadores, quando o slogan governamental “Pátria Educadora” foi adotado. O argumento central é que, ao longo desse período, a escola teria sido utilizada para formar cidadãos alinhados a determinadas correntes ideológicas, em vez de estimular pensamento crítico independente.
O documentário relata que livros distribuídos pelo Ministério da Educação (MEC) apresentariam distorções históricas e ênfase em conceitos de luta de classes. Professores que contestam essa abordagem, segundo a obra, enfrentariam pressões e isolamento dentro das redes de ensino.
Dados citados na produção indicam que apenas 5% dos estudantes brasileiros dominam plenamente conhecimentos básicos de matemática. O filme também menciona a expansão do analfabetismo funcional, observado inclusive entre universitários.
Imagem: Reprodução via revistaoeste.com
Para os realizadores, sindicatos de professores priorizam disputas político-partidárias e vantagens corporativas, contribuindo para a queda dos índices educacionais. O documentário conclui que a manutenção de baixos resultados acadêmicos consolidaria um eleitorado dependente do Estado.
Com informações de Revista Oeste
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