Direita prepara ações no TSE após desfile da Acadêmicos de Niterói em homenagem a Lula

O desfile da escola de samba Acadêmicos de Niterói, que abriu o carnaval do Rio de Janeiro na noite de domingo (15), ao exaltar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, provocou reação imediata de parlamentares e partidos de direita. A poucos meses da eleição em que Lula tentará a reeleição, adversários políticos acusam a apresentação de propaganda antecipada, abuso de poder e uso de recursos públicos.

Leia mais

Parlamentares prometem ir ao TSE e à PGR

Pré-candidato ao Planalto, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) afirmou que ingressará no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para apurar “propaganda eleitoral antecipada” e suposto financiamento público empregado em ataques ao ex-presidente Jair Bolsonaro e à sua família.

Leia mais

O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) classificou o espetáculo como “desfile-comício em rede nacional”. O parlamentar adiantou que protocolará representação por improbidade administrativa contra Lula e a Acadêmicos de Niterói e, caso o petista registre candidatura, moverá Ação de Investigação Judicial Eleitoral (AIJE) por abuso de poder político e econômico.

Leia mais

Pelo Partido Novo, o presidente da sigla, Eduardo Ribeiro, anunciou que, assim que Lula formalizar a candidatura, haverá pedido de inelegibilidade, também sob o argumento de campanha antecipada financiada com verba pública. No Senado, o líder da oposição, Rogério Marinho (PL-RN), declarou que adotará “todas as medidas judiciais cabíveis” para apurar eventual uso indevido da máquina pública.

Leia mais

Representação por preconceito religioso

O desfile trouxe ainda críticas à comunidade evangélica, retratada em uma lata de conserva, o que levou o senador Magno Malta (PL-ES) e o deputado Rodolfo Nogueira (PL-MS) a apresentarem queixas na Procuradoria-Geral da República (PGR) por crime de preconceito religioso. A PGR avaliará se oferece denúncia contra os responsáveis.

Leia mais

Defesa do PT

Em nota, o setor jurídico do Partido dos Trabalhadores negou qualquer irregularidade. A sigla sustenta que o enredo foi concebido de forma autônoma pela escola, “sem participação, financiamento ou coordenação” do partido ou do presidente. O PT argumenta ainda que a legislação eleitoral não considera propaganda antecipada a exaltação de qualidades pessoais sem pedido expresso de voto, razão pela qual não haveria fundamento para discutirem-se sanções ou inelegibilidade.

Leia mais

As representações devem ser protocoladas nos próximos dias no TSE e na PGR, que decidirão se abrem ou não processos contra Lula, o PT e a Acadêmicos de Niterói.

Leia mais

Com informações de Gazeta do Povo

Leia mais

Gostou deste story?

Aproveite para compartilhar clicando no botão acima!

Esta página foi gerada pelo plugin

Visite nosso site e veja todos os outros artigos disponíveis!

Portal Veredão