A cúpula nacional do Partido dos Trabalhadores (PT) marcou para a tarde desta segunda-feira, 2 de janeiro, uma reunião destinada a destravar a montagem das chapas estaduais que serão apresentadas nas eleições de 2026.
O deputado José Guimarães (CE), coordenador do grupo de trabalho responsável pela tática eleitoral da sigla, informou que o encontro deverá encaminhar soluções para as divergências internas e confirmar os nomes que concorrerão aos governos estaduais com apoio petista, além das pré-candidaturas ao Senado.
Seguindo orientação aprovada em dezembro, o partido prioriza a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a formação de bancadas robustas na Câmara e, principalmente, no Senado. Por isso, a direção defende composições com legendas aliadas, mesmo que o PT não encabece as chapas estaduais.
Até o momento, o grupo avalia lançar até oito candidatos a governador — três deles buscando a reeleição —, o que pode resultar no menor número de disputas estaduais da história petista.
Quatro unidades da Federação seguem sem definição:
O documento aprovado no fim de 2023 determina a construção de palanques amplos nos estados e classifica o Senado como prioridade estratégica para garantir a governabilidade de um eventual novo mandato de Lula. Segundo a resolução, cada vaga em disputa deverá ser tratada como decisiva para a aprovação de reformas consideradas essenciais pelo Planalto.
As discussões desta segunda-feira servirão de base para que o PT consolide sua tática nacional e alinhe, estado por estado, as alianças que sustentem a campanha presidencial e as chapas proporcionais.
Com informações de Metrópoles
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