Autoridades de saúde alertam que determinados fármacos podem provocar malformações ou riscos graves ao desenvolvimento do feto. A seguir, veja dez substâncias contraindicadas para grávidas e os motivos que levam médicos a vetar o uso desses remédios.
Retinoide oral indicado para casos severos de acne. Durante a gestação, pode causar alterações graves no cérebro, no coração, na face e no sistema nervoso central do embrião.
Empregada em doenças inflamatórias e alguns tipos de câncer, a droga impede a formação adequada de vasos sanguíneos no feto, o que resulta em defeitos de órgãos internos e má formação de membros.
Anticoagulante utilizado na prevenção de trombos. Atravessa a placenta e está associada a sangramentos, malformações e alterações faciais no bebê.
Medicamento de uso hospitalar voltado à proteção gástrica e indução de contrações uterinas. Em gestantes, pode desencadear abortos, sofrimento fetal, ruptura uterina e malformações.
Prescrito para doenças autoimunes e certos cânceres, age inibindo o metabolismo do ácido fólico. Bloqueia a divisão celular do embrião e provoca malformações severas, além de contrações uterinas intensas.
Indicado para epilepsia e transtorno afetivo bipolar. O uso na gravidez está ligado a prejuízos cognitivos, espinha bífida, anomalias no desenvolvimento cerebral e outras malformações.
Antibiótico usado contra acne, doenças periodontais e infecções respiratórias. Durante a gestação, deposita-se em ossos e dentes do feto, podendo comprometer o crescimento ósseo.
Anti-hipertensivo da classe dos inibidores da ECA. Pode causar insuficiência renal no feto, redução do líquido amniótico e problemas no desenvolvimento pulmonar.
Anti-inflamatório indicado para dores e febre. O uso em grávidas pode fechar precocemente o ducto arterioso fetal, afetando a circulação e aumentando o risco de hipertensão pulmonar neonatal.
Fármaco contra queda de cabelo e hiperplasia prostática. Quando ingerido por gestantes, interfere na formação dos órgãos genitais masculinos do feto devido a alterações hormonais.
A orientação médica é fundamental antes de qualquer tratamento farmacológico durante a gestação. Em caso de dúvida, a consulta ao profissional de saúde e a leitura da bula — com atenção ao princípio ativo — são medidas indispensáveis.
Com informações de Olhar Digital
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