Estudos revelam que depressão pós-sexo é comum e atinge ambos os gêneros

A chamada depressão pós-sexo, ou disforia pós-coito (DPC), afeta homens e mulheres e pode provocar tristeza, raiva, ansiedade, crises de choro e sensação de vazio logo após a atividade sexual, ainda que o encontro tenha sido prazeroso e consensual.

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Causas possíveis

Entre os fatores associados estão a queda brusca de hormônios como dopamina e ocitocina após o orgasmo, estresse, baixa autoestima, traumas na infância, experiências sexuais negativas, transtornos psicológicos e emoções reprimidas.

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Diferenças de gênero

Mulheres relatam com mais frequência episódios de choro, enquanto homens mencionam falta de energia e sensação de infelicidade. Questões sociais e tabus relacionados ao prazer feminino costumam dificultar a verbalização dos sintomas pelo público feminino.

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Estudo da Universidade de Surrey

Pesquisadores da Universidade de Surrey, no Reino Unido, aplicaram um questionário on-line a 223 mulheres e 76 homens. O levantamento, divulgado no periódico The Journal of Sexual Medicine, mostrou que 91,9% dos participantes vivenciaram algum sintoma no último mês e 94,3% desde o início da vida sexual. As queixas mais comuns entre as mulheres foram alterações de humor e tristeza; entre os homens, infelicidade e baixa energia.

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Os sintomas apareceram após relação sexual consensual em 73,5% dos casos, depois de qualquer atividade sexual em 41,9% e após masturbação em 46,6%. Quase 34% disseram sentir desconforto somente quando alcançaram o orgasmo.

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Pesquisa da Universidade de Pádua

Na Itália, um estudo com 202 adultos sexualmente ativos — 149 mulheres e 53 homens, de 18 a 75 anos — apontou que 48,3% das mulheres já choraram pelo menos uma vez depois do sexo, contra 5,7% dos homens.

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Imagem: Internet

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Dados da Universidade de Queensland

Outro trabalho, da Escola de Psicologia da Universidade de Queensland, na Austrália, colheu respostas de 1.208 homens. Do total, 41% afirmaram ter passado pela depressão pós-sexo em algum momento, 20,2% no último mês e 4% relataram episódios recorrentes. A pesquisa relacionou a DPC a sofrimento psicológico atual, abuso sexual na infância e disfunções sexuais.

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Orientações

Especialistas sugerem conversar com o parceiro ou com pessoas de confiança e recorrer à escrita terapêutica para aliviar o desconforto. Quando os episódios se repetem, a recomendação é buscar apoio profissional, como acompanhamento psicológico.

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Com informações de Olhar Digital

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