Defensoria do Tocantins orienta pais sobre guarda compartilhada, plano de convivência e pensão judicial durante separação

A Defensoria Pública do Estado do Tocantins (DPE-TO) recomendou que casais em processo de separação priorizem a guarda compartilhada, formalizem um plano de convivência e homologuem judicialmente a pensão alimentícia, medidas que buscam proteger crianças e adolescentes envolvidos na dissolução conjugal.

Leia mais

Guarda compartilhada é regra desde 2014

Vigente no país a partir da Lei nº 13.058, de 2014, a guarda compartilhada estabelece que pai e mãe devem participar, juntos, das principais decisões relacionadas aos filhos, como assuntos escolares, de saúde e viagens. A defensora pública Maurina Jácome Santana, responsável pela Central de Atendimento de Família (CAF) da DPE-TO, esclarece que o modelo não implica alternância obrigatória de residência: “A criança pode morar com um dos genitores, mas as decisões devem ser tomadas em conjunto”. Segundo a defensora, a prática evita o afastamento de um dos pais da rotina infantil, assegurando autoridade e vínculo afetivo.

Leia mais

Plano de convivência precisa estar no acordo

Para reduzir conflitos futuros, a DPE-TO orienta que o regime de visitas seja descrito em um plano de convivência homologado pelo Judiciário. O documento deve detalhar férias, aniversários, datas comemorativas, transporte e formas de comunicação, incluindo chamadas de vídeo. A instituição avalia que regras claras oferecem maior previsibilidade à criança.

Leia mais

Pensão alimentícia deve ser homologada

Outro ponto ressaltado pela Defensoria é a necessidade de formalizar a pensão alimentícia em juízo. Acordos verbais não garantem segurança jurídica, lembra Maurina Jácome Santana: “É fundamental que o valor seja fixado judicialmente; acertos informais não podem ser executados futuramente”.

Leia mais

Segurança emocional das crianças

A psicóloga Dayelly Nascimento, da equipe multidisciplinar da DPE-TO, destaca que a separação exige reorganização emocional da família, sobretudo dos filhos menores. Ela recomenda que os pais não exponham as crianças aos conflitos do casal e preservem o vínculo com ambos os genitores: “O diálogo e o respeito são essenciais para um desenvolvimento saudável”. Quando necessário, a profissional indica a busca de orientação parental com especialistas.

Leia mais

Mediação e conciliação

Antes de ingressar com ação judicial, a Defensoria incentiva a mediação e a conciliação, por entender que soluções consensuais tendem a ser menos traumáticas e mais duradouras para todos os envolvidos.

Leia mais

Com informações de Sou de Palmas

Leia mais

Gostou deste story?

Aproveite para compartilhar clicando no botão acima!

Esta página foi gerada pelo plugin

Visite nosso site e veja todos os outros artigos disponíveis!

Portal Veredão