CPMI do INSS chama Galípolo e Campos Neto para explicar autorizações do BC em fraudes de consignado

A Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS aprovou, na manhã desta quinta-feira (19), convites para que o atual presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, e o ex-presidente da autarquia, Roberto Campos Neto, prestem esclarecimentos sobre a concessão de autorizações a instituições financeiras envolvidas em um esquema bilionário de fraudes em empréstimos consignados destinados a aposentados e pensionistas.

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Por se tratarem de convites, não há obrigatoriedade de comparecimento. A comissão pretende obter detalhes sobre o acompanhamento feito pelo Banco Central entre 2019 e 2024, período em que se estimam cobranças irregulares de R$ 6,3 bilhões.

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Requerimentos adicionais

Os parlamentares aprovaram ainda pedido para que a CPI do Crime Organizado repasse dados sigilosos do empresário e pastor Fabiano Zettel, cunhado do banqueiro preso Daniel Vorcaro, ex-controlador do liquidado Banco Master. A instituição é investigada por suspeita de fraudes na concessão de crédito consignado.

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Decisões do STF

Nos últimos meses, o Supremo Tribunal Federal (STF) anulou diversos requerimentos da CPMI, alegando questões de escopo e de forma de votação. Nesta semana, a Corte dispensou o comparecimento de Leila Pinheiro, presidente do banco Crefisa, levando ao cancelamento de uma sessão e a críticas do presidente da comissão, senador Carlos Viana (Podemos-MG).

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Em outra decisão, o ministro André Mendonça liberou o presidente da Confederação dos Trabalhadores Rurais, Agricultores e Agricultoras Familiares (Contag), Aristides Veras dos Santos, de depor. Viana afirma que decisões monocráticas vêm atrasando os trabalhos da CPMI.

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Escopo da investigação

A comissão apura irregularidades envolvendo o Banco Master e Daniel Vorcaro, preso na Penitenciária Federal de Brasília. Foram aprovadas convocações de pessoas próximas ao banqueiro, como a ex-namorada Martha Graeff e o próprio Fabiano Zettel.

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Segundo Viana, é fundamental ouvir os dirigentes do Banco Central por caber à autarquia “cumprir e fazer cumprir” a legislação e as normas do Conselho Monetário Nacional.

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Com informações de Gazeta do Povo

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