O Congresso Nacional vem chancelando um conjunto de iniciativas que abre espaço para um aumento bilionário nas despesas do governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT). As medidas, distribuídas em programas sociais, alívios tributários e flexibilizações fiscais, formam o que parlamentares apelidaram de “kit reeleição” para 2026. Economistas alertam que o reforço de gastos deve pressionar juros, inflação e endividamento, custo que recai sobre os contribuintes.
1. Expansão de programas sociais
2. Medidas direcionadas à classe média
3. Flexibilização fiscal para bancar as despesas
Com as despesas em alta, o Banco Central mantém a taxa Selic em 15% ao ano, patamar mais elevado desde 2006, para conter a inflação. O endividamento do setor público passou de 71,7% do PIB em dezembro de 2022 para 77,5% em julho de 2025. Projeções do BC indicam que a dívida pode alcançar 94% do PIB em 2034, enquanto o Instituto Fiscal Independente vê risco de ultrapassar 90% até o fim da década.
Imagem: Pedro Gtijo
As expectativas de inflação seguem acima da meta; o Comitê de Política Monetária reafirmou, em ata divulgada em 23 de setembro, que monitora o cenário fiscal antes de qualquer redução de juros. A manutenção da Selic elevada encarece crédito, freia investimentos e pressiona o custo de vida, efeitos que tendem a ser sentidos por toda a população.
Com informações de Gazeta do Povo
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