Chuveiro elétrico ou a gás: confira custos, consumo e manutenção antes de escolher

Na hora de reformar o banheiro ou planejar uma obra, a escolha do chuveiro costuma levantar dúvidas sobre preço, eficiência e conforto. No Brasil, os modelos elétricos ainda lideram as vendas, mas os aparelhos a gás vêm ganhando espaço, principalmente em apartamentos recentes ou residências com mais de um banheiro.

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Como cada sistema funciona

Elétrico: a água é aquecida no momento do uso por meio de uma resistência ligada diretamente à rede elétrica.

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A gás: a água passa por um aquecedor alimentado por gás natural (GN) ou liquefeito de petróleo (GLP), instalado fora do boxe, e chega quente ao chuveiro.

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Investimento inicial

Um chuveiro elétrico simples custa de R$ 60 a R$ 200 e pode ser instalado pelo próprio morador, desde que a fiação suporte a potência do aparelho. Já o sistema a gás exige aquecedor de R$ 1.000 a R$ 4.000, além de tubulações, duto de exaustão e, em alguns casos, projeto técnico específico.

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Despesas de uso

A energia elétrica tem tarifa elevada e sofre variação com as bandeiras tarifárias. O gás, normalmente mais barato por unidade de energia, pode compensar quando o volume de banhos é alto. Em uma casa com quatro pessoas tomando dois banhos diários cada, a conta de luz pode ultrapassar R$ 100 por mês apenas com o chuveiro; com gás natural, o valor tende a cair até 50%, dependendo da concessionária.

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Conforto térmico

O aquecedor a gás mantém temperatura constante e permite regulagem precisa, garantindo banhos longos sem oscilações. Em modelos elétricos, a temperatura pode variar em dias frios ou com uso simultâneo em mais de um banheiro.

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Manutenção e vida útil

No chuveiro elétrico, a falha mais comum é a queima da resistência, de troca rápida e barata, mas a vida útil média do equipamento fica entre dois e cinco anos. O aquecedor a gás requer revisões periódicas para limpeza de dutos e verificação de vazamentos; em contrapartida, pode funcionar de 10 a 15 anos.

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Segurança

Instalação incorreta do chuveiro elétrico pode causar choques ou curtos-circuitos. No sistema a gás, os cuidados se concentram em vedação das conexões e ventilação adequada para evitar acúmulo de monóxido de carbono.

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Imagem: Danilo Oliveira via olhardigital.com.br

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Espaço e infraestrutura

O modelo elétrico é compacto e demanda apenas ponto de energia. O a gás ocupa área na lavanderia ou cozinha para o aquecedor e precisa de passagem de ar.

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Impacto ambiental

A eletricidade brasileira é majoritariamente renovável, mas inclui termelétricas. O gás é combustível fóssil, porém seu aquecimento é mais eficiente, gerando menor emissão por litro de água aquecida.

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Clima e perfil do usuário

Em regiões quentes, onde a água da caixa d’água chega mais morna, o chuveiro elétrico tende a atender bem. Em cidades frias, o aquecedor a gás assegura temperatura estável mesmo no inverno.

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Para quem mora sozinho ou em imóveis sem tubulação de gás, o chuveiro elétrico costuma ser a escolha mais prática e barata. Famílias grandes, pessoas que tomam vários banhos ao dia ou projetos de construção com liberdade para instalar infraestrutura adicional podem encontrar no sistema a gás um investimento vantajoso no longo prazo.

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Com informações de Olhar Digital

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