São Paulo — O governador de Goiás, Ronaldo Caiado, declarou nesta sexta-feira (6/3) que o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes “deve ser investigado”. A afirmação foi feita durante entrevista coletiva em evento do PSD que reuniu, na capital paulista, três pré-candidatos da sigla ao Palácio do Planalto.
“A Constituição estabelece o rito, e cabe ao Senado exercer essa prerrogativa. Fazer política não é apenas citar nomes; é trabalhar para que as instituições recuperem credibilidade”, disse Caiado a jornalistas.
Questionado sobre o mesmo tema, o presidente nacional do PSD e secretário de Governo de São Paulo, Gilberto Kassab, encerrou a coletiva sem responder.
O debate surge após a detenção, pela segunda vez, do banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master. Nesta semana, reportagens revelaram que Vorcaro trocou mensagens com Moraes poucas horas antes de ser preso em 17 de novembro de 2025. O conteúdo foi extraído pela Polícia Federal do celular apreendido do empresário.
Além de Caiado, participaram do encontro os governadores Eduardo Leite (Rio Grande do Sul) e Ratinho Júnior (Paraná). Ratinho classificou o episódio envolvendo o Banco Master como “caso de polícia”, enquanto Leite preferiu não comentar.
Durante o evento, dirigentes e governadores do PSD discutiram propostas sobre segurança pública, saúde, revisão da tabela de repasses conhecida como Escala 61, privatizações, controle de gastos e fortalecimento dos municípios.
Kassab afirmou que o nome do partido para a disputa presidencial deste ano será anunciado até 15 de abril, podendo ser oficializado antes dessa data.
Caiado informou ainda que formalizará sua filiação ao PSD em 14 de março, durante ato em Jaraguá (GO) que contará com a presença de prefeitos goianos.
Evento encerrou-se sem novo posicionamento sobre o caso Banco Master.
Com informações de Metrópoles
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