A Câmara dos Deputados disponibiliza 399 apartamentos funcionais para abrigar parte dos 513 parlamentares que cumprem mandato em Brasília. As unidades ficam em bairros considerados nobres da capital e a poucos quilômetros do Congresso Nacional. Quem não recebe um imóvel tem direito a auxílio-moradia.
Cada apartamento possui, em média, 220 m², com quatro quartos, quatro banheiros e closet. Reformas recentes incluíram banheiras e pisos de porcelanato em algumas unidades.
Os imóveis são entregues mobiliados. O parlamentar deve devolver o apartamento nas mesmas condições em caso de não reeleição ou mudança para outra unidade. As despesas de gás, energia, água, telefonia e internet ficam por conta do ocupante.
Um laudo de 2022 estimou que um dos apartamentos localizados na Asa Sul poderia ser vendido por cerca de R$ 2,4 milhões. Para ampliar a oferta, a Câmara estuda dividir 48 unidades vazias em 96 novos apartamentos de aproximadamente 100 m², cada um com dois quartos (uma suíte) e três banheiros.
Os prédios foram construídos na década de 1970, quando o número de deputados subiu de 310 para 420. Com a Constituição de 1988, o total de parlamentares chegou a 513, gerando déficit de moradia funcional. Atualmente, a Câmara administra 447 apartamentos, dos quais 399 estão habitáveis. Segundo a Casa, 378 deputados ocupam essas unidades, enquanto 14 imóveis permanecem com ministros e senadores.
A entrega dos apartamentos ocorre no início de cada legislatura, seguindo critérios que podem priorizar determinados parlamentares. Apenas deputados e seus familiares podem ocupar os imóveis.
A Câmara afirma que reformar os prédios da Asa Norte é a melhor solução para reduzir o déficit e preservar o patrimônio público. Também há intenção de revitalizar outros dois edifícios, mas o custo ainda não foi definido.
Com informações de Metrópoles
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