Pensar em fotossíntese costuma remeter a plantas, algas ou árvores. No entanto, pesquisas indicam que ao menos seis espécies animais conseguem aproveitar a energia solar graças a parcerias ou adaptações biológicas que incluem algas, bactérias ou organelas “roubadas”. Veja os casos conhecidos.
Encontrada na costa do Atlântico Norte, principalmente nos Estados Unidos e no Canadá, a pequena lesma marinha retira cloroplastos das algas de que se alimenta. Esses cloroplastos continuam funcionais dentro das células do animal, permitindo a produção de energia via luz solar em um processo chamado cleptoplastia.
Comum em florestas úmidas da América do Norte, essa salamandra deposita ovos em ambientes aquáticos. Dentro dos ovos, algas microscópicas realizam fotossíntese, gerando oxigênio e nutrientes que auxiliam o desenvolvimento dos embriões.
Presentes em águas tropicais rasas, os corais mantêm algas chamadas zooxantelas em seus tecidos. As algas produzem açúcares por fotossíntese e dividem parte do material orgânico com o hospedeiro, relação essencial para a sobrevivência dos recifes.
Nativa do Mar Mediterrâneo, a espécie sequestra cloroplastos das algas que consome, mantendo-os ativos no próprio corpo. A estratégia oferta energia adicional e favorece a camuflagem, já que o animal assume coloração semelhante à vegetação ao redor.
Dentre as formas de vida mais antigas do planeta, algumas esponjas abrigam algas ou cianobactérias fotossintetizantes. Em troca de abrigo e nutrientes, os microrganismos fornecem parte da energia gerada pela luz solar ao animal.
Imagem: Patrick J. Krug
Habitante de regiões tropicais e subtropicais, essa medusa costuma permanecer com o disco voltado para cima, expondo algas simbióticas à luminosidade. As algas fotossintetizam e compartilham nutrientes, enquanto a água-viva garante proteção e acesso constante à luz.
Os seis exemplos mostram que a fotossíntese, embora típica de plantas e algas, também pode ocorrer de forma indireta no reino animal por meio de adaptações evolutivas e relações simbióticas.
Com informações de Olhar Digital
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