O advogado e professor Erasmo José de Ananias Neto, em artigo de opinião, descreve os movimentos dos principais nomes que se articulam para a eleição ao governo do Tocantins em 2026.
Segundo o autor, o senador Eduardo Gomes estaria “com chapa montada” desde meados de 2025, tendo a deputada federal Professora Dorinha como pré-candidata a vice. A dupla, afirma o texto, obriga os demais pretendentes a buscarem “força equiparativa” para a disputa.
Pesquisa encomendada por empresários, citada por Ananias Neto, aponta que o governador Wanderlei Barbosa detém potencial de transferência de votos entre 20% e 30%. O articulista ressalta que o índice permanece elevado mesmo após o episódio das cestas básicas e o afastamento temporário do chefe do Executivo estadual.
O deputado estadual Amélio Caires é apontado como “player considerável” por ter atuado, segundo o texto, para segurar o apoio de Barbosa. O autor menciona “dívidas de honra” entre ambos, datadas do período em que Caires não teria pautado eventual pedido de impeachment contra o governador.
O ex-prefeito de Gurupi, Laurez Moreira, aparece no artigo como pré-candidato com dificuldades financeiras e sem nome definido para o Senado. Laurez, que já integrou o grupo de Barbosa, hoje é visto como “traidor” por antigos aliados, afirma o articulista. A ele restaria, segundo o texto, a proximidade do ex-governador Mauro Carlesse.
A prefeita de Gurupi, Josi Nunes, é citada como obstáculo para Laurez. O autor lembra que Josi venceu o ex-prefeito no pleito municipal e, desde então, “disparou sem deixar poeira”.
No balanço apresentado, Erasmo José de Ananias Neto observa que:
O artigo não indica definições finais, mas reforça que a formação das chapas majoritárias no Tocantins deve se intensificar ao longo de 2025 e início de 2026.
Com informações de Atitude Tocantins
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