Alcolumbre nega oferta para barrar CPI do Banco Master e chama Valdemar Costa Neto de “mitômano”

Brasília – O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), negou nesta quarta-feira (18) ter proposto qualquer acordo para derrubar os vetos ao projeto da dosimetria em troca de o PL desistir da criação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) sobre o Banco Master. Ele classificou o presidente do PL, Valdemar Costa Neto, como “mitômano”.

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“Fiquei estarrecido com as declarações do presidente do PL. Pessoas que se acham no direito de inventar coisas. Eu nunca, nunca tratei com Valdemar em relação a este assunto da sessão do Congresso, vetos à dosimetria e Banco Master. Ainda não temos data para sessão do Congresso”, disse Alcolumbre.

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Declaração de Valdemar

A acusação de Valdemar foi feita em entrevista a um programa de TV no início do mês e voltou a circular nas redes sociais. Na ocasião, o dirigente afirmou ter recebido proposta para que a oposição votasse pela derrubada do veto ao projeto da dosimetria, desde que a CPI do Banco Master não fosse instalada no Senado.

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“Eu falei com o senador Rogério Marinho: eles querem votar a dosimetria desde que não façam a CPI do Banco Master no Senado”, disse Valdemar na entrevista.

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Contexto do veto presidencial

Em janeiro, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva vetou integralmente o projeto de lei que reduz penas de condenados pelos atos de 8 de janeiro de 2023, incluindo o ex-presidente Jair Bolsonaro. Para derrubar o veto, são necessários 257 votos na Câmara e 41 no Senado.

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Resistência à CPI

Nos bastidores, Alcolumbre e o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), têm se posicionado contra a instalação de uma CPI sobre o Banco Master. Alcolumbre argumenta que o colegiado serviria apenas como palanque eleitoral.

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Investigações e decisões judiciais

O senador também criticou a condução da CPI do INSS, presidida por Carlos Viana (Podemos-MG), após o vazamento de dados pessoais do dono do Banco Master, Daniel Vorcaro. O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça determinou que os dados sigilosos fossem recolhidos pela Polícia Federal (PF) antes de chegarem à comissão.

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Segundo a PF, mesmo após a remoção inicial, os dados de Vorcaro voltaram a aparecer nos sistemas da CPI por solicitação da presidência do colegiado à Apple. Mendonça proibiu novo acesso ao material armazenado na sala-cofre do Senado.

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Alcolumbre afirmou a aliados que, se depender dele, a CPI do INSS não será prorrogada. No entanto, declarou que cumprirá eventual decisão de Mendonça sobre o pedido de extensão apresentado pela cúpula da comissão. Os trabalhos têm encerramento previsto para 28 deste mês.

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Com informações de G1

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